6H Agridoce - netcast de tecnologia, ciência e internet

Emissão em mp3 sobre Linux, open source, novas tecnologias, exploração espacial e os limites da ciência.

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Quinta-feira, Junho 30, 2005


 

NEWS ARE GO(O)D

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Uma questão de...

Subserviência
Exploração
Deportação
Solidão
Isolamento
Angústia
Desespero
Necessidade
Altruísmo
Egoísmo
...ismo
....smo
.....mo
......o

Outras ... que tais serão as companhias dos meus silêncios. Jamais me sinto descansado. Perdem-se os cacos que se guardavam num saquinho de veludo carmim.

Quarta-feira, Junho 29, 2005


 

#3ero9«1!!_?»#$

Hoje chove!


Terça-feira, Junho 28, 2005


 

Manias

Ok, manias depressivas estas... teremos mesmo que nos deixar de parvoíces...



 

Someday I'll Die

and there will be silence just for a fragment of a second...


Quarta-feira, Junho 22, 2005


 

Living...

Somedays, only silence can make you think about the abrupt sense of humor life has.


Domingo, Junho 19, 2005


 

O pêndulo...

Foi então que vi o Pêndulo.
A esfera, móvel na extremidade de um longo fio fixado na abóbada do coro, descrevia as suas amplas oscilações com isócrona majestade.
Eu sabia - mas qualquer um deveria perceber no encanto daquele plácido respiro - que o período era regulado pela relação entre a raiz quadrada do comprimento do fio e aquele número (pi) que, irracionalmente para as mentes sublunares, por divina razão liga necessariamente a circunferência ao diâmetro do todos os círculos possíveis - de modo que o tempo daquele errar de uma esfera de um pólo a outro era feito de uma arcana conspiração entre as mais intemporais das medidas, a unidade do ponto de suspensão, a dualidade de uma abstracta dimensão, a natureza ternária de (pi), o tetrágono secreto da raiz, e a perdição do círculo.
O Pêndulo de Foucault, Umberto Eco

Quinta-feira, Junho 16, 2005


 

soldadinhos

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Hoje dormi mal...

Hoje estou com sono. Sem paciência para poesia, sem paciência para veludos nem fantasias. Hoje queria apenas uma cama, um sofá, um encosto suave e macio. Estou farto de dormir em bancos de jardim, mármore de igrejas abandonadas. Estou cansado dos ratos voadores que debicam os pratos de plástico onde a sopa dos pobres é vertida à quinta-feira de manhã.

Queria apenas um pouco de calor que a noite é gelada. Queria um pouco de conversa, que as desgraças dos meus consortes enfastiam e a alma também precisa de pão. Queria um café bem tirado, ainda fumegante, numa caneca esguia para o manter quente e ir bebericando enquanto ouço o silêncio da lua.

Queria não ter que acordar sem saber que nada tenho para dizer. Queria apenas dormir. Manter-me no estado de letargia permanente que torpemente me inebria. Sem ter sono. Não quero ter sono. Dormir até à minha morte era um alívio. Um sossego. Um descanso para quem passa, uma alegria, uma ilusão de felicidade e bem-estar. Mas hoje estou com sono e acordado.



 

Coincidências

No aniversário dos meus 90 anos encontrei a minha alma gémea literária. Subia no mesmo elevador que eu e tinha um caderno azul na mão. Não pude deixar de sorrir. Segurou-me a porta do elevador para eu entrar e pôs-se a ler. Coincidência. Eu lia o mesmo livro e escrevia no mesmo caderno azul.

Talvez num tempo e espaço paralelos isto tenha realmente acontecido. Subi pelas escadas vagarosamente até ao terceiro onde vivia com o meu gato. Entrei, preparei uma bebida e sentei-me a ouvir a sétima de Mahler.


Terça-feira, Junho 14, 2005


 

Cor do instante!

De que cor se escreve o vazio? Pergunta o homem ao burro. Enquanto isso, segura os pincéis do deslumbramento. A técnica sobre a arte. O motivo antecipando-se à obra. A noite depois da luz. Silêncio. Ocre. Sim. Ocre.



 

Falências

Reparem nos monstros que surgem em torno dos vossos queridos. Protejam os vossos interesses e tenham calma. Um mundo pior chegará. Como qualquer arauto da desgraça, somos velhos do restelo fatigados com o presente. O ser-se absolutamente moderno é ilusão. Estão velhos. Estamos. Morremos. Nada fica, nada deixamos. Apenas sangue bebe a terra. E queremos um pouco mais de pão.


Quarta-feira, Junho 08, 2005


 

Afternoon at the pool

The afternoon opens the surface of the pool,
green, stinking, slimy: the gelatinous strings
of frogs' eggs fill the water between the grass.

The carmine bee-eaters streak over the surface
hunting dragon flies and angry cicadas
clash the cymbals of their legs against the rock.

A broad avenue of light runs across the water
towards my waiting eyes: unbearable brilliance
of wavelets circling for ever the fin of a fish.

My brain is a prism which discovers the colours
in the eternal whiteness of the summer sun
and the colourless vibration of photons in the air.

Peter Horn


 

Calor

Chegou finalmente. Já seria de esperar. E os nossos dois helis já voam. A propósito... quanto custa apagar os fogos? é que se calhar mais vale deixar arder, para não aumentar o défice. Ou então aumenta-se os impostos? O governo do PS consegui por os portugueses a gostar da Manuela Ferreira Leite. Sugestão estúpida. Sugestão estúdida. "Salvatore stupido".


Sexta-feira, Junho 03, 2005


 

Ask Bandini, he knows..

Arturo Bandini, the novelist. Income of his own, made it writing short stories. Writing a book now. Tremendous book. Advance short stories. Remarkable prose. Nothing like it since Joyce. Standing before Hackmuth's picture, I read the work of each day. I spent whole hours writing a dedication: To J.C. Hackmuth, for discovering me. To J.C. Hackmuth, in admiration. To Hackmuth, a man of genius. I could see them, those New York critics, crowding Hackmuth at his club. You certainly found a winner in that Bandini kid on the coast. A smile from Hackmuth, his eyes-twinkling.
John Fante, Ask The Dust

Quinta-feira, Junho 02, 2005


 

Hora de Abandono

Não dizer nada, chorar.
Chorar como uma criança
Que já não tem confiança
No próprio Deus da doutrina
Não dizer nada, chorar
Até o pranto coalhar
Na lucidez da retina.
Miguel Torga

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